quinta-feira, 11 de março de 2010

HITITAS

Império hitita na sua máxima expansão, cerca de 1300 a.C..

Continente: Ásia e África


Capital:  Hattusa

Governo : Não especificado

História

• 1531 aC Conquista do Norte da Babilônia

• Conquista do Império Mitanni junto com os Egípcios

• Babilônios expulsão os Egípcios e os Hititas das terras do Império Mitanni

• Dissolução

Os hititas eram um povo indo-europeu que, no II milénio a.C., fundou um poderoso império na Anatólia central (atual Turquia), cuja queda data dos séculos XIII-XII a.C.. Em sua extensão máxima, o Império Hitita compreendia a Anatólia, o norte e o oeste da Mesopotâmia até a Palestina.
História
Chamavam-se a si próprios hatti, e a sua capital era Hattusa ou Hattusha. Os registros em baixo relevo e relatos da época descreviam os hititas como homens fortes, de estatura baixa, com barbas e cabelos longos e cerrados, possivelmente usados como proteção para o pescoço. Os cavalos eram venerados como animais nobres. Os encarregados de cuidar dos cavalos assumiam notoriedade na sociedade hitita.
Estima-se que os Hititas Indo-Europeus tenham entrado na Ásia Menor por volta do século XX A.C., passando pela região do Cáucaso. O seu Império formou, junto com o Egito e a Babilônia, o trio das grandes potências dos séculos XIII e XIV A.C. (ver C.W.Ceran - O Segredo dos Hititas).
Tal como os antigos egípcios, seus contemporâneos, detinham uma escrita hieroglífica. Sua principal arma eram os temidos carros de guerra com capacidade para três pessoas (um condutor e dois guerreiros, geralmente um deles utilizando um arco), uma inovação frente aos carros de guerra de 2 pessoas utilizados tradicionalmente por seus vizinhos.
A Batalha de Kadesh é o evento mais famoso da história hitita, quando o Príncipe Hattusilis, tio do Rei Muwatallis atacou de assalto o exército de Ramsés II do Egito nas proximidades da cidade de Kadesh. A dramática batalha (segundo relatos egípcios, o próprio faraó precisou usar a espada para salvar sua vida) terminou sem vencedores, mas ambos os lados reivindicaram a vitória. A batalha é ricamente detalhada em escrituras egípcias, e a descoberta dos sítios hititas na Turquia confirmaram o trunfo hitita sobre o Egito.
Depois da Batalha de Kadesh, os hititas se envolveram em uma guerra civil que esfacelou o império. Logo após a guerra, os hititas incendiaram Hattussa e fugiram para uma região desconhecida. Até hoje não se sabe qual foi o destino dos hititas. O imo do poderio hitita, bem como seu brio, havia sido deixado de lado quando as cidades mais poderosas de seu império foram devastadas em guerras civis e abandonadas por seu próprio povo, os hititas que antes nunca haviam sofrido uma derrota, tornaram-se alvo fácil para os povos do mar, sem suas capitais bélicas, o restante do império foi devastado por indo-europeus, conhecidos como povos do mar.
Os hititas também venceram outras grandes batalhas, e eram grandes inimigos dos gregos. Durante o apogeu do império, os hititas saquearam a cidade-estado da Babilônia, arrebataram cidades dos hurritas, e Alepo do Egito. Na Ásia Menor, não havia povo tão evoluído quanto os hititas que, em sua cultura, assimilaram a tudo dos antigos povos que ali viviam, conhecidos como seus ancestrais, os hattis, bem como mantinham grande comunhão com Troia, cidade na qual alguns estudiosos afirmam que, na época, pagava tributo a suserania hitita.

Leis

As leis hititas não incluíam as crueldades mutiladoras do antigo código babilônico, nem do mais recente, assírio. Evidentemente, o desafio à autoridade real recebia uma punição draconiana: a casa do infrator era "reduzida a um monte de pedras" e o criminoso, apedrejado até a morte, junto com a família. Fora disso, a pena de morte era obrigatória apenas para o bestialismo e o estupro, em relação ao qual se fazia uma estranha distinção entre atacar uma mulher casada "nas montanhas", que era um crime capital, ou na casa dela. Neste último caso, se ninguém ouvisse a mulher gritar por ajuda, ela seria condenada à morte, talvez com base na teoria de que ela estaria voluntariamente cometendo adultério.

Os hititas e a Bíblia


A Bíblia se refere aos "hititas" em diversas passagens. Em Gêneses 10:15 (a tabela das nações) há a citação do primeiro antepassado dos hititas, "Hete". Filho de Canaã.
Os hititas são contados desse modo entre os Cananeus. São descritos geralmente como pessoas que viveram entre os Israelitas entretanto possuíam seus próprios reis, e eram suficientemente poderosos para pôr um exército sírio em fuga segundo o registro bíblico. Urias, marido de Betsabá, era hitita segundo a Bíblia (Segundo Livro de Samuel).

Arqueologia

Até fins do séc. XIX, tudo quanto se sabia sobre os hititas provinha de pequenas referências na Odisséia, onde são chamados de khetas, e de algumas passagens do Velho Testamento. Ainda assim, desconhecia-se que essas referências aludiam a um mesmo povo. A descoberta das primeiras ruínas misteriosas, hoje atribuídas aos Hititas, na Turquia, ocorrida em 1839, não sensibilizou a comunidade científica.
Quando o arqueólogo, Henry Sayce, afirmou em 1880 que os heteus do Antigo Testamento eram o mesmo povo que deixou diversos rastros na região da Ásia Menor, a comunidade acadêmica recebeu suas afirmações com descrédito, alcunhando-o de "o inventor dos hititas". A confirmação da teoria de Sayce veio por meio dos esforços de um arqueólogo alemão, Hugo Winckler (1863-1913), cujas escavações em Boghazköy, trouxeram à luz cerca de 10.000 tabletes em escrita cuneiforme, pertencentes aos arquivos dos reis de Khatti.
As primeiras informações mais claras sobre a história Hitita somente foram disponibilizadas por volta da primeira década do século XX e a decifração dos seus Hieróglifos ocorreu por volta de 1946.
Após a morte prematura de Winckler, em 1913, a Sociedade Germânica Oriental confiou a publicação dos arquivos hititas a um grupo de assiriologistas. Um deles, o Prof. Bedrich Hrozný, foi o autor da primeira gramática hitita, e estabeleceu o caráter indo-europeu da estrutura da língua. Coube também a ele traduzir e publicar as duas coletâneas de leis hititas, que tantos esclarecimentos trouxeram sobre a cultura desse povo.

Soberanos

De entre os vários reis de Hatti destacaram-se:

• Hattusilis I

• Hattusilis III

• Muwatallis

• Suppiluliuma (ou Schubiluliuma)

• Mursili II

Esta é uma lista de reis e soberanos hititas (nesitas):

• Hatusil III (12?? - a.C.)

• Mutalu (13??-12?? a.C.)

• Supiluliuma (?)

• Tudalias II (1480-? a.C.)

• Telepinu (?-1650 a.C.)

• Mursil I (?)

• Hatussil I (?)

• Labarna (?)

• Anita (1950-???? a.C.)

• Pitanas (?)

Bibliografia

• O Segredo dos Hititas (A descoberta de um antigo Império) - C. W. Ceran - Editora Itatiaia - Belo Horizonte - 2a Edição 1958;

FONTE DE PESQUISA: Wikipédia, a enciclopédia livre.

VULGATA

Vulgata é a forma latina abreviada de vulgata editio ou vulgata versio ou vulgata lectio, respectivamente "edição, tradução ou leitura de divulgação popular" - a versão mais difundida (ou mais aceita como autêntica) de um texto.
No sentido corrente, Vulgata é a tradução para o latim da Bíblia, escrita entre fins do século IV início do século V, por São Jerónimo, a pedido do Papa Dâmaso I, que foi usada pela Igreja Católica e ainda é muito respeitada.
Nos seus primeiros séculos, a Igreja serviu-se sobretudo da língua grega. Foi nesta língua que foi escrito todo o Novo Testamento, incluindo a Carta aos Romanos, de São Paulo, bem como muitos escritos cristãos de séculos seguintes.
No século IV, a situação já havia mudado, e é então que o importante biblista São Jerónimo traduz pelo menos o Antigo Testamento para o latim e revê a Vetus Latina.
A Vulgata foi produzida para ser mais exata e mais fácil de compreender do que suas predecessoras. Foi a primeira, e por séculos a única, versão da Bíblia que verteu o Velho Testamento diretamente do hebraico e não da tradução grega conhecida como Septuaginta. No Novo Testamento, São Jerônimo selecionou e revisou textos. Ele inicialmente não considerou canônicos os sete livros, chamados por católicos e ortodoxos de deuterocanônicos. Porém, seus trabalhos posteriores mostram sua mudança de conceito, pelo menos a respeito dos livros de Judite, Sabedoria de Salomão e o Eclesiástico (ou Sabedoria de Sirac), conforme atestamos em suas últimas cartas a Rufino. Chama-se, pois, Vulgata a esta versão latina da Bíblia que foi usada pela Igreja Católica Romana durante muitos séculos, e ainda hoje é fonte para diversas traduções.
O nome vem da expressão vulgata versio, isto é "versão de divulgação para o povo", e foi escrita em um latim cotidiano, usado na distinção consciente ao latim elegante de Cícero, do qual Jerônimo era um mestre.
A denominação Vulgata consolidou-se na primeira metade do século XVI, sobretudo a partir da edição da Bíblia de 1532, tendo sido definitivamente consagrada pelo Concílio de Trento, em 1546. O Concílio estabeleceu um texto único para a Vulgata a partir de vários manuscritos existentes, o qual foi oficializado como a Bíblia oficial da Igreja e ficou conhecido como Vulgata Clementina.
Após o Concílio Vaticano II, por determinação de Paulo VI, foi realizada uma revisão da Vulgata, sobretudo para uso litúrgico. Esta revisão, terminada em 1975, e promulgada pelo Papa João Paulo II, em 25 de abril de 1979, é denominada Nova Vulgata e ficou estabelecida como a nova Bíblia oficial da Igreja Católica .

Prólogos da Vulgata

Além do texto bíblico da Vulgata, ela contém prólogos dos quais a maioria foi escrita por Jerônimo. Esses prólogos são escritos críticos e não eram destinados ao público em geral.
O tema recorrente dos prólogos se refere à primazia do texto hebraico sobre os textos da Septuaginta (LXX), em grego koiné.
Entre os mais notáveis prólogos se destaca o Prologus Galeatus, no qual Jerônimo descreve um Cânon bíblico judaico composto de 22 livros. Independente disto, Jerônimo traduziu e incluiu no Antigo Testamento da Vulgata os livros Deuterocanônicos.
O prólogo Primum Quaeritur, de autoria desconhecida, defende a autoria paulina para a carta aos Hebreus.

Prólogos

• Pentateuco

• Josué

• Reis - Prologus Galeatus

• Crônicas

• Esdras

• Tobias

• Judite

• Ester

• Jó

• Salmos (LXX)

• Livros de Salomão

• Isaías

• Jeremias

• Ezequiel

• Daniel

• 12 Profetas (menores)

• Os evangelhos

• Epístolas Paulinas - Primum Quaeritur

Notas

• Salmos (Hebreus)

• Adições de Ester

Fonte de Pesquisa: Wikipédia, a enciclopédia livre

SEPTUAGINTA

Septuaginta é o nome da versão da Bíblia hebraica para o grego koiné, traduzida em etapas entre o terceiro e o primeiro século a.C. em Alexandria.
Dentre outras tantas, é a mais antiga tradução da bíblia hebraica para o grego, língua franca do Mediterrâneo oriental pelo tempo de Alexandre, o Grande.
A tradução ficou conhecida como a Versão dos Setenta (ou Septuaginta, palavra latina que significa setenta, ou ainda LXX), pois setenta e dois rabinos trabalharam nela e, segundo a lenda, teriam completado a tradução em setenta e dois dias.
A Septuaginta foi usada como base para diversas traduções da Bíblia.
A Septuaginta inclui alguns livros não encontrados na bíblia hebraica. Muitas bíblias da Reforma seguem o cânone judaico e excluem estes livros adicionais. Entretanto, católicos romanos incluem alguns destes livros em seu cânon e as Igrejas ortodoxas usam todos os livros conforme a Septuaginta. Anglicanos, assim como a Igreja oriental, usam todos os livros exceto o Salmo 151, e a bíblia do rei James em sua versão autorizada inclui estes livros adicionais em uma parte separada chamada de Apocrypha.
A Septuaginta foi tida em alta conta nos tempos antigos. Fílon de Alexandria e Flávio Josefo consideravam-na divinamente inspirada. Além das traduções latinas antigas, a LXX também foi a base para as versões em eslavo eclesiástico, para a Héxapla de Orígenes (parte) e para as versões armênia, georgiana e copta do Antigo testamento. De grande significado para muitos cristãos e estudiosos da Bíblia, é citada no Novo Testamento e pelos Padres da Igreja. Muito embora judeus não usassem a LXX desde o século II AD (A.D. - A sigla do latim Anno Domini: "Ano do Senhor"; ) recentes estudos acadêmicos troxeram um novo interesse sobre o tema nos estudos judaicos. Alguns dos pergaminhos do Mar Morto sugerem que o texto hebraico pode ter tido outras fontes que não apenas aquelas que formaram o texto massorético. Em vários casos, estes novos textos encontrados estão de acordo com a LXX. Os mais antigos códices da LXX (Vaticanus e Sinaiticus) datam do século IV AD.


Controvérsia


Há controvérsia quanto à veracidade de que a Septuaginta tenha mesmo existido como uma versão pré-cristã do Velho Testamento em grego, pois nunca foi encontrada nenhuma versão do Velho Testamento em grego datando antes de Orígenes (185 — 253 d.C)

Mesmo Dr. Jones e Dr. Silva, defensores da Septuaginta e escritores do prominente livro Invitation to Septuagint (Convite à Septuaginta), expressam, em duas ocasiões, a fragilidade que cerca o assunto[2] :

a) "The reader is cautioned, therefore, that there is really no such thing as the Septuagint" (O leitor é advertido, portanto, que na verdade não existe uma 'Septuaginta')

b) "Strictly speaking, there is no such thing as the Septuagint. This may seem like an odd statement in a book entitled Invitation to the Septuagint, but unless the reader appreciates the fluidity and ambiguity of the term, he or she will quickly become confused by the literature." (Estritamente falando, não existe uma 'Septuaginta'. Esta parece até uma declaração estranha num livro chamado Convite à Septuaginta, mas a menos que o leitor compreenda a fluidade e ambiguidade do termo, ele ou ela irá se confundir rapidamente pela literatura.).


Criação do texto


De acordo com o historiador judeu Flávio Josefo, sábios judeus traduziram a Torah para o grego koiné no séc. III a.C. Outros livros foram traduzidos ao longo dos dois séculos seguintes. Não é claro quando ou onde cada tradução foi realizada. Alguns livros podem inclusive ter sido traduzidos mais de uma vez, configurando diferentes versões e posteriormente revisados. A qualidade e o estilo dos diferentes tradutores também variavam consideravelmente de livro a livro, indo da tradução literal, à de paráfrase e à interpretativa. De acordo com a avaliação de um estudioso "o Pentateuco foi razoavelmente bem traduzido, mas o resto dos livros, especialmente os poéticos, foram em geral mal feitos e contém mesmo alguns absurdos".

A medida que o trabalho de tradução gradualmente progredia e novos livros eram adicionados à coleção, a abrangência da Bíblia grega passou a ficar um tanto indefinida. O Pentateuco sempre manteve a sua preeminencia como a base do Cânon, mas a coleção de livros proféticos (a partir dos quais os Neviim foram selecionados) teve sua composição alterada por ter vários escritos hagiográficos nele incorporados. Alguns dos escritos mais recentes, os chamados anagignoskomena, em grego, não estão incluídos no Cânon judaico. Dentre estes livros estão os Livros dos Macabeus e o Eclesiástico. Além disso, a versão da LXX de algumas obras, como o Livro de Daniel e o Livro de Ester, são mais longos do que aqueles encontrados no texto massorético. Alguns livros posteriores, como o Livro da Sabedoria, II Macabeus, entre outros, aparentemente já foram compostos em grego e não em hebraico.

A autoridade do grupo mais extenso de "escritos", a partir dos quais se formou o ketuvim, ainda não havia sido determinada, apesar de que algum tipo de processo seletivo deve ter sido empregado, uma vez que a LXX não inclui outros documentos judaicos bem conhecidos como o Livro de Enoque, o Livro dos Jubileus e outros escritos que atualmente são parte da Pseudepigrafia. Não é sabido quais foram os critérios usados para determinar o conteúdo da LXX além da "Lei e dos Profetas", expressão usada muitas vezes no Novo Testamento.


Nome e designação


A Septuaginta tem seu nome vindo do latim Interpretatio septuaginta virorum (em grego: ἡ μετάφρασις τῶν ἑβδομήκοντα, transl. hē metáphrasis tōn hebdomēkonta), "tradução dos setenta intérpretes". A palavra septuaginta significa "setenta" em latim (daí a abreviação LXX).

O título latino se refere ao relato legendário contido na pseudepigráfica Carta de Aristeias em que o rei do Egito Ptolomeu II Filadelfo pede a setenta e dois sábios judeus que traduzam a Torah para o grego, com o fim de incluí-la na Biblioteca de Alexandria.

Uma versão posterior da lenda, narrada por Fílon de Alexandria, afirma que apesar de os tradutores terem sido mantidos em salas separadas, todos eles produziram versões idênticas do texto em setenta e dois dias. Apesar desse relato ser historicamente implausível, sua redação traz à tona e desejo dos sábios judeus da época de apresentar a tradução como divinamente inspirada. Uma versão desta lenda é encontrada no Tratado Megillah do Talmude Babilônico (páginas 9a-9b), que identifica especificamente quinze traduções pouco usuais feitas por eruditos. Somente duas dessas traduções são encontradas no texto da LXX que chegou até nós.


Edições impressas


Todas as edições impressas da Septuaginta são derivadas de três antigas cópias.


• A Editio princeps é a Bíblia Poliglota Complutense, baseada em manuscritos atualmente perdidos, é considerada bastante próxima aos mais antigos manuscritos


• A edição aldina publicou-se em Veneza em 1518. O texto aproxima-se mais do Codex B do que do complutense. O editor não os especifica que manuscritos usou. Foi reimpressa diversas vezes.


• A edição mais importante é a romana ou sistina, que reproduz exclusivamente o Codex Vaticanus Foi publicada pelo Cardeal Caraffa, com a ajuda dos vários peritos, em 1586, autorizado pelo Papa Sisto V, para ajudar nas revisões em preparação da Vulgata Latina, requisitada pelo Concílio de Trento. Transformou-se num repositório de textos do Antigo Testamento grego e teve muitas edições novas, tais como o de Holmes e de Pearsons (Oxford, 1798-1827), e as sete edições de Constantin von Tischendorf, que se publicaram em Leipzig entre 1850 e 1887, sendo que os últimos dois, publicou-se após a morte do autor na revisão da Nestle, e as quatro edições do Henry Barclay Swete (Cambridge, 1887-95, 1901, 1909), etc;


• A edição de Grabe foi publicada em Oxford, 1707 a 1720, e reproduzida, de maneira incompleta no Codex Alexandrinus de Londres. Para edições parciais, veja Vigouroux, “Dict. de la Bible”, sqq 1643.


Fonte de Pesquisa: Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

GRUPO JUVENIL CRESCENDO COM CRISTO

VOCE É NOSSO CONVIDADO, TEMOS UM ENCONTRO MARCADO COM DEUS!!! CULTO DO GRUPO JUVENIL DIA: 27/02/2010 HORÁRIO: 19:30 HS LOCAL: IGREJA SEDE ASSEMBLEIA DE DEUS RESGATE Rua Francisco Pinheiro de Sepda, 190 LOUVOR - ADORAÇÃO - PALAVRA CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS! FIQUEM NA GLORIOSA PAZ DO SENHOR JESUS!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

LOUVOR DO JUVENIL PARA 14/02/2010 - DOMINGO


PensamentosBanda Milla

Se eu pudesse eu queria ir ao mar
E saber as profundezas que ele tem
Eu queria ir ao espaço, pra saber que altura tem
Da terra até chegar aos altos céus
Eu queria passear lá em naim
E passar uns dias em jerusalem
Mas esses pensamentos, podem ser em vão
O que eu quero mesmo é ver jesusE tocar em suas mãos...

Coro

Imagine como deve ser
Muito lindo o seu olhar
Quando nele estou pensando
Sinto vontade de voarVoar, voar, voar (2x)

Se eu pudesse eu queria ir ao mar

E saber as profundezas que ele tem
Eu queria ir ao espaço, pra saber que altura tem
Da terra até chegar aos altos céus
Eu queria passear lá em naim
E passar uns dias em jerusalem
Mas esses pensamentos, podem ser em vão
O que eu quero mesmo é ver jesusE tocar em suas mãos...

Coro

Imagine como deve ser
Muito lindo o seu olhar
Quando nele estou pensando
Sinto vontade de voarVoar, voar, voar (3x)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

GRUPO EXERCITO DE CRISTO

NÃO PERCAM !!!
I CULTO DE CONFRATERNIZAÇÃO DO GRUPO EXERCITO DE CRISTO DATA: 20/02/2010 HORÀRIO: 19:30 HS ENDEREÇO: RUA SERRA DE CAXAMBU, 78 - VILA CARMOSINA LIDER: IRMÃ LUCIENE CONTAMOS COM A PRECIOSA PRESENÇA DE TODOS. QUE A PAZ DO SENHOR JESUS REINE EM VOSSOS CORAÇÕES!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

ENSAIOS E ESTUDOS

A PAZ DO SENHOR JESUS! PARA QUE POSSAMOS OBTER UM MELHOR APROVEITAMENTO, Á PARTIR DE AGORA ESTAMOS DIVIDINDO O JUVENIL APENAS PARA EFEITO DE ENSAIO E ESTUDOS EM: JUVENIL I IDADE: DE 8 A 11 ANOS RESPONSÁVEL: IRMÃ ALDENICE ENSAIOS E ESTUDOS: SÁBADO ÁS 10:30 HS JUVENIL II IDADE: DE 11 Á 14 ANOS RESPONSÁVEL: IRMÃ ROSE ENSAIOS E ESTUDOS: SEXTA FEIRAS ÁS 19:00 HS CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

LOUVOR DO JUVENIL PARA 07/02/2010 - DOMINGO

Quero Me ApaixonarDiante do Trono


Tenho saudades
Saudades de Ti
Minha vontade é
Voltar atrás, onde cai
E recomeçar tudo de novo
E nunca mais deixar
Meu coração se esfriar
Te queroPreciso do Teu calor...

Quero me apaixonar por Ti outra vez
Quero me entregar a Ti mais e mais, Senhor...
Leva-me de volta ao meu primeiro amor.

Tenho saudades
Saudades de Ti
[Saudades de Ti, Jesus]
Minha vontade é
Voltar atrás, onde cai
E recomeçar tudo de novo
E nunca mais deixar
Meu coração se esfriar
Te quero
Preciso do Teu calor...

Quero me apaixonar por Ti outra vez
Quero me entregar a Ti mais e mais, Senhor...
Leva-me de volta ao meu primeiro amor.

Leva-me de volta
Mostra-me, revela-me aonde eu cai
E me afastei de Ti, Jesus
Preciso de Ti, Jesus
Perdoa-me, restaura-me, Senhor
Eu Te quero
Eu corro para Ti
Eu Te quero
Recebe-me, Senhor

Eu me arrependo, Senhor...
De coração, eu me arrependo...
Eu me arrependo, Senhor...
Senhor Jesus, preciso de Ti
Eu me arrependo, Senhor...
Eu me arrependo Jesus...
Ouve o meu clamor!
Eu me arrependo!
Eu me arrependo, Senhor...
Eu me arrependo, Senhor...

Quero me apaixonar por Ti outra vez
Quero me entregar a Ti mais e mais, Senhor...
Leva-me de volta ao meu primeiro amor.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

LOUVAMOS A DEUS PELA VIDA DE TODOS !!!

EU E A IRMÃ ROSE AGRADECEMOS AO GRUPO JUVENIL CRESCENDO COM CRISTO, A TODA FAMILIA RESGATE E A TODOS IRMÃOS E IRMÃS EM CRISTO, PELAS ORAÇÕES EM FAVOR DA RECUPERAÇÃO DE MINHA AMADA ESPOSA ROSE. MAIS UMA VEZ O NOSSO DEUS BRADOU COM A VITORIA EM NOSSAS VIDAS ! FIQUEM TODOS NA GLORIOSA PAZ DO NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E QUE SEUS LARES E FAMILIARES SEJAM ALCANÇADOS PELA INFINITA GRAÇA DESSE NOSSO PODEROSO DEUS !

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

2 ANOS DE CONQUISTAS . . .

COMEÇA HOJE AS 19:00 HS !!!
DIAS 04. 05 E 06 DE DEZEMBRO, COMEMORAÇÃO AO ANIVERSÁRIO DE 2 ANOS DE VIDA DA IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS MINISTÉRIO RESGATE. 3 DIAS DE MUITO LOUVOR, ADORAÇÃO, AGRADECIMENTO E PALAVRA DE DEUS. NÃO PERCAM, NA NOSSA IGREJA SEDE. FIQUEM NA PAZ DO SENHOR JESUS!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

RESSURREIÇÃO

>Data da ressurreição: domingo de manhã foi o dia em que Jesus ressuscitou nos textos Grego não tinha um termo peculiar para o dia de domingo, senão um método usual para indicar o domingo, e dizia um dia, após a semana ou seja um dia após ao ultimo dias da semana, neste caso seria o sábado, dia sagrado entre os judeus “shabath” descanso; á nomenclatura gramatical da época indicava que o termo sábado era usual no plural indicando “semana” forma então para dizer do-mingo era assim um dia após o sábado Jesus Ressuscitou entre os mortos. No melhores textos originais diz: “ Te dé Miã ton sabaton” no e primeiro da semana “ ( Jo 20.1). Textos que confirmam data de domingo para a ressurreição de Jeus: ( Mt 28.1-6; Mc 16.1,9; Lc 24.1, 13; Jo 20.1, 19). 1- Maria ( Mc 16.9-11; Jo 20.11-18). 2- As Mulheres ( Mt 28.8-10) 3- Pedro ( Mc 16.12;Lc 24.34; 1Co 15.5) 4- Dois Discípulos (Lc 24.13-32) 5- Dez Discípulos ( Lc 24.36-41; Jo 20.19-25). 6- Onzes apóstolos ( Jo 20.26-31; 1Co 15.5). 7- Sete discípulos no mar de Galiléia ( Jo 21.1-25). 8- Os apóstolos ( Mt 28.16-20; Mc 16.14-18). 9- 500 irmãos ( 1Co 15.6). 10- Tiago ( 1Co 15.7 ) 11- Subida de Jesus ao céu ( Lc 24.44-53; At 1.3-12). 12- Paulo ( At 15.8). Porque os discípulos não reconheceram a Jesus ( Lc 24.31)? 1- Estupidez -Lucas 24.25-26. 2- Incredulidade- João 20.24-25. 3- Desapontamento- João 20.11-15. 4- Temor- Lc 24.36-37. 5- Escuridão- João 21.1, 14-15. 6- Distância- João 21. 4. 7- Roupas diferentes – João 19.23-24; 20.6-8. Corpo ressurreto de Cristo 1. 1-Corpo de “carne e ossos” (Lc 24.39; Jo 20.27). 2. 2- comeu alimentos ( Lc 24.30, 41-43). 3. 3-Continha cicatrizes ( Lc 24.40) 4. 4-Podia aparecer e desaparecer a qualquer momento ( Lc 24.36) 5. 5- atravessar paredes ( Jo 20.19; 26). Por que Jesus exortou a não o dete-lo? 1. João 20.17; no texto original diz o texto ( Gr Aptou) ou seja não me segures. O espírito de Cristo foi elevado ao Pai ( ), mas o corpo de Jesus Cristo ainda estava na terra e não tinha recebido a glorificação, ( Jo 17.5; ) Diferença entre reencarnação e ressurreição. 2. Reencarnação crê que á alma retorna em outro corpo enquanto que a ressurreição ( Hb 9.27; Lc 24.39), crê que no retorno da alma e espírito, porém no mesmo corpo, reconstruí-do por Deus de forma bioplasmática ou seja formado pela vida de Deus. A reencarnação tem como princípio, a evolução da alma através de muitas reencarnações, enquanto que na ressurreição apenas uma ressurreição do corpo no estante do arrebata-mento ( 1Ts 4.16-17; 1Co 15.51-53, Fl 3.20,21).

sexta-feira, 30 de outubro de 2009




terça-feira, 27 de outubro de 2009

CRISTOLOGIA - 1

O pecado original passava de pai para filho através do ato sexual isto indica que o pecado era transmitido, era de fato uma herança e culpa legal, uma natureza moral corrupta do nosso ancestral, Adão ( Sl 51.5; Rm 5.12).
Jesus não teve um pai humano isto significa que a linhagem de Adão fora interrompida , portanto Jesus não descendeu de Adão, Por este motivo Jesus não poderia vir ao mundo por meio da concepção natural e sim por meio de um fenômeno “ chamado de concepção virginal” ( Lc 1.31,34,35).

Texto Bíblico ( Mt 1.15,16). ----------------Texto Bíblico ( Lc 3.23)..
Avô de Jesus por parte José----------------Avó por parte da Mãe
Nome do avô = Jacó---------------------------Nome do Avô = Heli
Pai = José-----------------------------------------Mãe = Maria

João batista era Primo de Jesus com a diferença de seis meses mais velho que Jesus (Lc 1.36).
Sua mãe era descendente de Levi assim com seu pai, portanto ele deveria ser Levita, mas Deus concedeu a dádiva de ser profeta e precursor de Cristo ( Lc 1.5).
João declara a preexistência de Jesus ( Jo 1.30) pois João era mais avançado de idade que Jesus, diferença de seis meses ( Lc 1.36), Jesus era já existente na eternidade com o Pai (Mq 5.2 ,Jo 17.5; Jo 1.18; Cl 1.16) Jesus estava oculto no Pai “Jo 1.18” embora Jesus já se manifestava no Velho testamento por meio tipos, símbolo e manifestação também chamada de “Cristofania” gr. fania “aparição” doutrina que elucida a aparição antecipada de Jesus.


João 8.56 “ Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o meu dia, viu e se alegrou-se”.
Quando é que Abraão viu Jesus? ( Gn 18.1-3 ) outras aparições de Cristo (Js 5.13-15; Is 6.1; Dn 7.13-14,). Jesus é denominado de Pai da eternidade, portanto o genitor da eternidade ( Is 9.6 ).
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Cordeiro :Hb: Kebes, e no grego é “ Aren” indica cordeiro, cabrito é citado no antigo Testamento 107 vezes no antigo testamento, já no texto que Abraão sobe ao monte para sacrificar seu filho e Deus provê um, o termo no original é “cabrito” filhote de Bode, enquanto que cordeiro era filhote de Ovelha, Jesus é o cordeiro que expia o pecado da humanidade.
O que é expiação?
Expiação era a oferta pelo pecado oferecida em principal no dia de “Yom Kipur” ( Lv 16.15-17) expiação: grego Katallassen que quer dizer Mudar ou Trocar “ trocava a condição de “pecador e inimigo” para amigos de Deus ( Rm 5.10, 2 Co 5.18).

Uma vez por ano fazia-se a expiação pelo pecado o sacerdote deveria deslocar-se para o átrio externo ( hb. Debir ), a seguir para o átrio interno chamado de Santo dos Santos ( Hb Hekal) onde estava a arca da aliança ( hb. Aron Brit) e a tampa era chamada de propiciatório ( hb. kapporeth) lit significa “cobertura” o inglês Espurgeo Chamava de “tampa da misericórdia”.
Nesta tampa espargia o sangue do animal para fazer propicio ou seja remir expiar o pecado do ofertante ( Rm 3.25) no qual de fato nunca removeu de fato o pecado ( Hb 10.4, 11) mas Jesus através de seu sacrifício corporal ele nos perdoou definitivamente ( Hb 10.10,17).
O termo propiciatório passou ser sinônimo de sacrifício que sofre a ira de Deus, desta foram Jesus sofreu a ira de Deus para que a humanidade fosse preservada da fúria de Deus ( Rm 3.25; 9.22).

Heresias da acerca de Cristo

Arianianismo:

Ario presbítero de Alexandria que objetava a respeito da deidade de Cristo, foi refutado por Atanásio no concilio de Nicéia “homoosios” substancia.
Esta heresia é também chamada de “ Macedonismo” que equipara a do Pai.

Nestorianos :
Eram discípulos de Nestório, patriarcas de Constantinopla que difundia a doutrina da Bipolaridade ex: 50% Deus 50% Homem meio homem e meio Deus.

Ebionismo:

Negava a deidade de Cristo eram radicalmente monoteísta ( shema Israel Dt 6.4).

Gnosticismo:

Gr gnosis; conhecimento esotérico, eles negavam a realidade corporal de Cristo; porque afirmam que a materia era má, cerca de 70 grupo gnostícos proliferaram durante séculos.

Modalismo:

Doutrina fundada por Sabélio que ensinava que Deus se revelou no mundo de três modos.

Docetismo:

Gr “dokeo” aparente, advogava que a humanidade de Cristo era apenas aparente, todavia Jesus era um ser plenamente Divino.

Monarquianismo:

Do gr Mono= um+ arqui= superior+ ismo= crença; movimento herético do séc III tendo por objetivo realçar a unidade de Deus, acabando por Negar categoricamente a divindade do Filho e Espírito Santo.

Kenosis:

Do gr Kenosen; esvaziamento, usado para explicar a omissão da gloria de Cristo e não seu esvaziamento divino com ensinava este movimento surgido na Inglaterra no séc XIX ( Fl 2.5-7).

Natureza divina e Humana.
Hipostatica:

gr hipostasis doutrina exposta no concilio de calcedônia em 451, segundo a qual há perfeita harmonia entre as duas naturezas de Jesus, humana e a divina de Cristo, desta forma acentua-se a verdadeira Jesus como verdadeiro Homem e verdadeiro Deus.
Humana :

Jesus foi tentado (Mt 4.1-11) na condição humana enquanto que na condição divina esta não foi tentada ( Tg 1.13) embora alguns comentadores cometam varias conjecturas acerca desta polemica, as escrituras são claras a elucidar tal fenômeno (Hb 4.15, 5.7,8; 2Pe 2.22).

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

DATA SHOW DIA DAS CRIANÇAS NA RESGATE!

GINCANA DIA DAS CRIANÇAS NA RESGATE !

ALGUMAS FOTOS DA GINCANA DO DIA DAS CRIANÇAS:

terça-feira, 13 de outubro de 2009

CRISTO E EU

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

CURSO BÁSICO DE TEOLÓGIA RESGATE

A PAZ DO SENHOR JESUS! JÁ INICIAMOS 2 TURMAS DO CURSO BÁSICO DE TEOLÓGIA RESGATE. TURMAS ÁS 5ª FEIRAS E SÁBADO DAS 19:00 AS 21:30 HS. EXPERIMENTE AULA GRATIS, AINDA TEMOS VAGAS. QUE DEUS ABENÇOE.

GRUPO JUVENIL RESGATE NO ORKUT

A PAZ DO SENHOR! O GRUPO JUVENIL RESGATE TAMBÉM ESTA COM UMA COMUNIDADE NO ORKUT. A COMUNIDADE FOI CRIADA PELO JOVEM RAPHAEL MEMBRO DO GRUPO. VAMOS LÁ PESSOAL, PRESTIGIEM !!!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

CURSO BÁSICO DE TEOLÓGIA

A PAZ DO SENHOR JESUS!
COMEÇA NESTE SÁBADO 03/10/2009, O CURSO BÁSICO DE TEOLÓGIA NA NOSSA IGREJA SEDE. RUA FRANCISCO PINHEIRO DE SEPEDA, 190 JDIM HELENA HORÁRIO: EXCEPCIONALMENTE NESTE SÁBADO AS 18:00 HS VENHA ASSISTIR UMA AULA GRÁTIS. CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS.